Incra fortalece diálogo sobre reforma agrária na Bahia

A presença do Incra nos territórios da Bahia marca a agenda da Superintendência Regional baiana também em agosto. Entre os últimos dias 18 e 26, o superintendente Carlos Borges e equipe técnica do Incra/BA cumprem série de compromissos institucionais, relacionados à reforma agrária e à avaliação das políticas públicas da agricultura familiar em diferentes regiões do estado.
Nos dias 23 e 24, essa agenda ganhou destaque com a realização de dois seminários sobre reforma agrária. Em Coribe, no Oeste baiano, o 1º Seminário de Reforma Agrária do município foi realizado no Parque de Vaquejada Vitalina Clemência, no Distrito Descoberto, com associações de projetos de assentamento.
Em Sítio do Mato, no dia seguinte, o Incra/BA participou do 1º Seminário de Reforma Agrária do município, no Clube Satelis, em Gameleira da Lapa.
Organizado por trabalhadoras e trabalhadores rurais de Sítio do Mato, com participação do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do município, o encontro reuniu representantes de diversos projetos de assentamento.
Diálogo ampliado
Depois do seminário de Sítio do Mato, a agenda seguiu pelo Oeste baiano. Nesta terça-feira (25), o superintendente Carlos Borges participou de reuniões com assentados em São Desidério, pela manhã, e, à tarde, reunião no Acampamento Santa Rita, em Barreiras. Nesta quarta-feira (26), foi a vez de Santa Rita de Cássia, em reunião com os assentados dos projetos de reforma agrária para avaliação das políticas públicas da agricultura familiar.
A agenda do superintendente do Incra começou ainda em 18 de agosto, com a assinatura de contrato do Apio no território quilombola de Tijuaçu, seguida, no mesmo dia, por uma reunião com a Regional de Fundo de Pasto, em Senhor do Bonfim.
No dia 22 de agosto, em Correntina, e no dia 23, antes do seminário de Coribe, a programação incluiu reunião com assentados dos municípios.
As agendas englobam reuniões com assentados e acampados, seminários sobre reforma agrária e encontros com organizações representativas de trabalhadores rurais, além de compromissos com comunidades tradicionais.
“Ao participar desses espaços, o Incra amplia os canais de diálogo com as organizações locais e fortalece a construção de uma atuação institucional conectada às necessidades apresentadas nos próprios territórios”, avalia Carlos Borges.

















