Informações da empresa genômica Helix mostram que as reinfecções nos EUA passaram de 3,6% dos casos em maio (quando a subvariante BA.2 da ômicron era dominante) para 6,4% em junho, quando a variante BA.5 se tornou dominante.
São poucos os países com monitoramento ativo do fenômeno. No Reino Unido, 89,6% dos casos classificados como reinfecção se deram durante o período em que a variante ômicron era dominante.
Em um artigo publicado no New England Journal of Medicine mostra que o fato de ter tido uma infecção anterior conseguia proteger uma pessoa com uma eficácia acima de 80% contra um novo contágio. Quando a ômicron se tornou dominante, caiu para 56%.
Médicos em todo o mundo observam um novo padrão da pandemia emergir a partir da chegada da ômicron: reinfeções mais frequentes e em intervalos mais curtos. A habilidade da variante ômicron em driblar anticorpos trouxe uma pandemia essencialmente diferente.
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