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Saúde

SUS planeja oferecer canetas emagrecedoras de forma responsável, afirma Ministério da Saúde

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O Ministério da Saúde avalia incorporar as chamadas canetas emagrecedoras ao Sistema Único de Saúde (SUS) de forma responsável. Os primeiros resultados dos estudos foram apresentados nesta quinta-feira (17), e a medida ainda depende da conclusão das pesquisas e da definição de um protocolo clínico.

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A pasta já realiza estudos para analisar os efeitos da semaglutida em pacientes com obesidade grave ou associada a outras doenças. Uma das pesquisas acompanha 250 pacientes do SUS no Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, incluindo pessoas que aguardavam por cirurgia bariátrica.

De acordo com o Ministério da Saúde, o primeiro paciente a receber o medicamento pelo SUS perdeu seis quilos e apresentou redução na circunferência corporal. A pesquisa também avalia se o tratamento pode contribuir para evitar cirurgias e melhorar a saúde de pacientes com outras condições associadas à obesidade.

Segundo o ministro Alexandre Padilha, o Brasil possui atualmente 14 produtos registrados para o combate à obesidade. Ele também destacou a redução nos preços dos medicamentos, que passaram de valores entre R$ 1,7 mil e R$ 2 mil para cerca de R$ 300 a R$ 400 nas farmácias.

“O Brasil é hoje o país com a maior diversidade de medicamentos registrados para o combate à obesidade, as chamadas canetas emagrecedoras. Já temos 14 produtos registrados. E isso derrubou o preço para a população. O que estava custando R$ 1,7 mil, R$ 2 mil, já está entre R$ 300 e R$ 400 na farmácia, aumentando o acesso. Isso já ajuda muita gente. Mas a gente quer uma outra coisa: colocar essa medicação no SUS como um direito. E vamos fazer isso de forma responsável”, ressaltou o ministro Padilha.

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