Corpos não carbonizados de vítimas de acidente com 11 mortes são sepultados na Bahia

Os corpos de três das 11 vítimas do acidente envolvendo uma minivan e uma caminhonete, na BR-101, foram enterrados neste domingo (28) no distrito de Itabatã, na cidade de Mucuri, no Sul da Bahia.
Eunice Oliveira Santos, 38 anos, Laura Santos Gomes, 9, e Aurora Santos Gomes, 9 meses, foram as únicas vítimas do acidente que não tiveram os corpos carbonizados.
Os corpos foram velados na Paróquia Santa Luzia e sepultados no cemitério local, segundo a TV Bahia.
Os corpos de outras quatro pessoas que viajavam juntas para passar o Réveillon na praia Costa Dourada, litoral sul do município, ficaram carbonizados após os veículos pegarem fogo com a colisão frontal e ainda aguardam identificação no Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Teixeira de Freitas. Todas eram baianas e moravam em Itabatã.
Os médicos peritos ainda tentam identificar os corpos de Flavia Oliveira Santos, Felipe Pereira Gomes, Débora Santos Neves e Ivoneci Oliveira Santos.
A filha de Flavia, Maria Alice, chegou a ser socorrida com vida para uma hospital no Norte do Espírito Santo, mas morreu em seguida. Não há informações sobre o sepultamento.
Apenas os corpos das vítimas do carro modelo Chevrolet S10, identificadas como Augusto Salezza Netto, de 69 anos, Olivio Salezze Junior, 90, e Irene Beremond Salezze, 87, foram liberadas na madrugada desta segunda (29) para serem sepultadas em Linhares, no Espírito Santo. Olívio e Irene eram pais de Augusto.
A batida entre dois veículos foi registrada no quilômetro 593 da rodovia federal, na altura de Mucuri, no sul da Bahia. O impacto da colisão frontal fez com que os veículos pegassem fogo, o que dificulta a identificação das vítimas.
Fonte: Jornal Correio

Tâmile Conceição, é quilombola e jornalista em formação pela UFRB, apaixonada por contar histórias e mergulhar na rica cultura do Recôncavo. Compreendendo a importância do jornalismo para sua comunidade, prioriza a apuração em seu trabalho. Atualmente, produz conteúdo para site, Instagram e rádio, compartilhando a diversidade e a riqueza cultural da sua região. Vencedora do Prêmio Motezuma em Telejornalismo com a reportagem sobre o Coletivo das Artes da cidade de São Félix, é também criadora do radiodocumentário Santa Bárbara como Símbolo Cultural e Religioso em São Félix, que reflete sua dedicação à preservação da cultura, da história e das tradições do seu povo.



























