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ACM Neto confirma desejo de dividir palanque com João Roma em 2026: “É preciso haver uma unidade”

O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, confirmou o desejo de dividir o mesmo palanque com o ex-ministro da Cidadania, João Roma (PL), nas eleições de 2026. A declaração foi dada em entrevista a veículos de imprensa durante as comemorações do 2 de Julho, em Governador Mangabeira, nesta quarta-feira (02).

Neto disse que está acontecendo uma reaproximação entre ele e Roma e reafirmou que “é preciso haver uma unidade”, para que, segundo o ex-prefeito, unir forças que fazem oposição a Jerônimo e derrotar o PT da Bahia nas eleições do ano que vem.

“Já ta acontecendo a reaproximação, a gente já tem mantido contatos e diálogos, ainda ontem falei com ele por telefone, na semana passada estivemos juntos em Cruz das Almas, no São João de Cruz, eu acho que já é um fato público, então não preciso ficar aqui escondendo. Há um desejo, pelo menos da minha parte, de que a gente possa caminhar no mesmo sentido e portanto compor o mesmo palanque em 2026, preciso haver uma unidade que reúna todas as forças políticas antagônicas ao PT, que fazem oposição a Jerônimo Rodrigues.”, disse.

O ex-prefeito reafirmou ainda sua intenção de disputar o governo do estado em 2026, citando um “senso de compromisso e responsabilidade com a Bahia”. De acordo com Neto, a proposta da “chapa puro-sangue” do PT, que reuniria candidaturas ao governo e ao Senado apenas dentro do próprio partido, desconsidera a existência de quadros qualificados e competitivos em outros partidos políticos.

“Não é possível a gente em dois mil e vinte e seis só ter Jerônimo Rodrigues e o próprio PT como alternativa. Eles falam muito de chapa puro sangue, não sei se isso vai acontecer, não me cabe opinar, só que é um absurdo, né? Depois de tantos anos governando o Estado com não sei quantos senadores, ministros, deputados, não sei o que, ainda querer ter duas vagas de Senado e governo. Subestimar a capacidade dos baianos e sobretudo é menosprezar a existência de quadros qualificados e competitivos em outros partidos políticos que podem prestar o seu serviço e dar sua contribuição. Eu acho que isso aumenta em mim de uma maneira muito forte o meu senso de compromisso e responsabilidade com esse processo político eleitoral. A vontade sempre foi muito grande, de ser governador todo mundo sabe.”, afirmou.

Conteúdo: Blog do Valente 

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