Senador eleito, Mauro Mendes critica fim da escala 6×1 e defende jornadas de até 16 horas
O senador eleito Mauro Mendes (União Brasil) se posicionou contra propostas de redução da jornada de trabalho e criticou o fim da escala 6×1, em meio ao debate sobre mudanças na legislação trabalhista no Congresso Nacional. O ex-governador de Mato Grosso defendeu, após as Eleições 2026, maior flexibilidade para que trabalhadores possam cumprir jornadas de até 16 horas.

Ao defender sua posição, Mendes citou o modelo de trabalho dos Estados Unidos como referência. Segundo ele, o Brasil deveria permitir uma dinâmica semelhante, na qual trabalhadores, especialmente imigrantes, podem realizar mais de uma jornada para aumentar a renda.
Mendes também criticou a fiscalização trabalhista no Brasil e afirmou que a legislação é excessivamente rígida ao punir empresas por jornadas prolongadas. O senador eleito ainda questionou a classificação de determinadas jornadas excessivas como violações graves dos direitos trabalhistas.
A escala 6×1 prevê seis dias de trabalho para um dia de descanso. Atualmente, o debate no Congresso envolve propostas que buscam reduzir a jornada semanal e ampliar os períodos de descanso dos trabalhadores.
Mauro Mendes foi eleito para uma vaga no Senado Federal pelo União Brasil e deverá participar das discussões sobre as mudanças na jornada de trabalho durante a próxima legislatura. O tema também envolve diferentes posições políticas sobre a regulamentação das relações entre empresas e empregados.
















